quarta-feira, 19 de março de 2014

'Guerreirinhos' do Prado

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Visita de Custódio, Mauro e Piqueti ao Centro Escolar de Prado. Ganharam o prémio de guerreiros mais ruidosos da época. Também eram 300!

sexta-feira, 14 de março de 2014

Personal Jesus




Não estou muito certo que o espetáculo dado por Jorge Jesus no jogo com o Tottenham - nos festejos do golo de Rodrigo e nos três dedos (que diz ele eram o 4 da camisola do Luisão) - o tenham penalizado por ai além em Inglaterra. Se calhar, até teve o efeito contrário, lendo bem nas entrelinhas. É que a par disso, o Benfica expôs de forma clara a miserável condição de equipa banal do Tottenham desde que Villas Boas saiu. Fleumáticos e adeptos do fair-play os ingleses. Sim, mas também apreciam como todos sabem personagens excêntricas. 

Quanto a contas, bem, gosto sempre de lembrar um episódio num treino do Felgueiras que ficou famoso, quando Jorge Jesus chamou três jogadores e ordenou: «Vocês aí, formem um quadrado!» Faltava o Luisão, está visto...

segunda-feira, 10 de março de 2014

Lenny - outra promessa que cai


O futebol é fértil em talentos precoces que depois dão em nada. Chamou-me a atenção o caso de Lenny, jogador que teve uma fugaz passagem pelo SC Braga em 2007/2008, cedido pelo Fluminense. Na época Lenny tinha muita cotação no Brasil e a sua chegada ao Minho foi mediática o suficiente para elevar as expectativas gerais - dos adeptos e da Imprensa. Uma decepção. Lenny não se afirmou, nem em Braga nem nos clubes pode onde passou posteriormente, embora tenha feito uma gracinha pelo Palmeiras. Hoje negoceia a sua possível entrada num clube de terceira linha do Brasil. Como digo, há muitos casos assim. Pelo SC Braga passou também Possebon, rotulado de grande craque, que fizera alguns jogos pelo Man. United. Mas este, logo nos primeiros treinos, revelou gritantes fragilidades que deixaram espantados técnicos e dirigentes bracarenses...

quarta-feira, 5 de março de 2014

Sobre Paulo Fonseca




Não sou tu-cá-tu-lá com Paulo Fonseca. Não me lembro de alguma vez lhe ter telefonado. Cruzámo-nos algumas vezes em conferências de Imprensa e em finais de jogos. Lembro-me, contudo, de com ele ter trocado algumas impressões, quando saía com bom amigo de um restaurante de Vila das Aves, no final de um jogo em que eliminara o Vitória de Guimarães da Taça de Portugal. 

Nesse breve instante, disse-lhe que em dois anos estaria a treinar o Braga. Não o disse sustentado naquele jogo, mas noutros de preparação que assisti do Aves com equipas da I Liga e especialmente em três treinos que, por mera felicidade de agenda, tive oportunidade de observar. Em relação ao Braga, um dia falarei em detalhe sobre os contornos da história. É pouco importante agora. 

O que vi agradou-me. Muito. Ao contrário do que dizem agora os recalcados, Fonseca não era um treinador da moda e não foi isso que o levou ao FC Porto. É um homem capaz, competente, que subiu degraus de qualidade com trabalho e resultados. Não é extravagante no estilo, não berra, não se coloca no pedestal para falar com os jogadores. É um ser simples, mas com grandes conhecimentos. 

Falhou no FC Porto? Falhou. Quanto a mim saltou dois degraus, na tal escada que o levou ao primeiro escalão. Mas o problema central é mais complexo. Fonseca apanhou um fim de ciclo nos dragões, que acontece em todos os clubes de topo – veja-se o caso do Man. United. Ao longo deste último ciclo vencedor, o FC Porto teve jogadores de classe mundial – Hulk, Falcao, Moutinho, James Rodriguez, um Lucho verdadeiramente de luxo. 

No segundo ano de Vítor Pereira, em que a equipa foi campeã a queimar a meta, esse ciclo estava praticamente esgotado. Agora, desmintam-me se quiserem: sem desprimor para quem chegou, jogadores como Licá, Josué, Reyes, Herrera ou o fleumático Defour, onde caberiam no FC Porto dourado das épocas anteriores? No banco ou como suplentes utilizados, na melhor das hipóteses. 

A vantagem do FC Porto é que num ano de desinvestimento, enche o peito para 3 ou 4 anos de vitórias e títulos. Quem chegar para o banco em 2014/2015 terá, ai sim, responsabilidades acrescidas.

terça-feira, 4 de março de 2014

Pedro Moreira renovou




Pedro Moreira, capitão do FC Porto B, renovou contrato até junho de 2016. Era cobiçado pelo SC Braga. Em dezembro os minhotos chegaram a sondá-lo no sentido de o amarrar para a época 2014/2015, uma vez que estava em final de contrato e até essa data não havia sinais de que o FC Porto iria segurar o jogador. Mas segurou... Ler mais na edição papel e omline de A Bola. 

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Notícias: entre o talento e a sorte



Gosto de dar notícias. Um jornal, seja desportivo ou generalista, vive de boas reportagens, de boas crónicas e de boas ideias, mas não vive sem notícias que captem a atenção do leitor, do «furo» que o «obriguem» a comprar o produto. Dar notícias, estar em cima do acontecimento, não obedece a princípios rígidos - pode ser fruto do talento, da sorte (sem abusar dela), da persistência mas é sobretudo resultado da fidelidade que se cria com as fontes, as boas fontes. Há no entanto um dado que parece claro: somos nós, jornalistas, quem tem de «ir ter» com a notícia e não o contrário. 

Há exceções. Por vezes - muito raramente - as notícias caem-nos do céu, sem explicação. Lembro-me de uma época, no Boavista, em 2000/2001, em que isso aconteceu. Na época fazia o xadrez com aquele que considero ser o jornalista que melhor cobertura noticiosa fez da pantera - o Nuno Vieira. Um dia, uma única fonte, que ainda hoje mantenho, revelou-me com todo o detalhe o plano de reforço do plantel, desde a baliza ao ataque. O Boavista, para quem tem pouca percepção, era um clube muito organizado e ativo no mercado. Atacava alvos a custo zero com espartana eficácia, antecipando-se a toda a concorrência. Não me lembro ao certo quantos jogadores eram - uma dezena, à vontade -, mas lembro-me como se fosse ontem por onde começámos: pela baliza e pelo Khadim. A partir daí, e a uma cadência que nunca mais repeti, fomos atirando nomes da lista uns atrás dos outros, numa bebedeira de «cachas» que nos safou a pré-época. 

Nunca nada superará, contudo, a lotaria que foi a notícia exclusiva da contratação, na época seguinte, de Serginho Baiano. Andei como um cão, durante um mês, a farejar pistas para o ponta-de-lança que tinham contratado e fechado muito antes do Campeonato acabar. Telefonei para Marrocos, perscrutei os mercados do leste europeu, da Argentina, arranquei os poucos cabelos que tinha até que um dia disse para mim: não consigo chegar lá. 

Neste ponto só sabia que o jogador em causa era brasileiro, baixinho, rápido. Nome, nem vê-lo. Um belo dia chego ao jornal e tenho uma mensagem de um companheiro de Lisboa que pedia para lhe ligar com urgência. Fiz a chamada e do outro lado ouvi a frase mágica: «Aponta: o avançado que o Boavista contratou é o Serginho, do Corinthians Alagoano.» Pah, como chegaste lá? «Não cheguei. O nosso companheiro X está em Alagoas de férias e, olha a coincidência, cruzou-se na praia com metade da família do rapaz...»

Foi uma festa...

Treino com Paixão (SC Braga)

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Um quarto de hora não dá para ver muita coisa, no entanto, deu para perceber que o grupo está animado a poucas horas de visitar Alvalade. Efeito Paixão?

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Magnífico Quaresma


Espantoso golo de Ricardo Quaresma na Liga Europa. Uma nota alta numa noite decepcionante para o FC Porto, que permitiu que o Eintracht Frankfurt reagisse de uma desvantagem de dois golos. Deu empate, é verdade que nada está perdido para os dragões, mas a equipa de Paulo Fonseca teima em ligar o «complicador» nos jogos em casa para a UEFA. O filme do jogo aqui

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Quando é de mais... é de mais




Em 80 por cento dos casos, quando os clubes evocam erros de arbitragem para justificar maus resultados, fazem-no para encobrir a incompetência da equipa, as opções erradas dos treinadores no alinhamento do onze ou nas substituições. Uma equipa que é forte, dominante, capaz e ambiciosa, tem de saber sobreviver a erros pontuais cometidos pelos árbitros. Coisa diferente foi o que aconteceu em Vila do Conde: um incrível efeito dominó que tornou a arbitragem de Olegário Benquerença numa dos mais lamentáveis desempenhos a que assisti, e já levo quase duas décadas de jornalismo. 

Claro que o Rio Ave ganhou com mérito. É um finalista orgulhoso pela sua proeza. Contudo, quando se percebe que a história de um jogo foi completamente desvirtuada pelo efeito (de)humano de um árbitro perdido em campo, não é apenas a equipa A ou B que saem a perder. É o futebol e o espetáculo. 

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Camp Nou, mini e maxi size


Foto tirada em 2013, pouco antes do jogo particular Colômbia-Sérvia. Quantos clubes não davam para ter um estádio assim? Gosto desta foto do mini Camp Nou, porque ao fundo surge, imponente e autoritário, o grande Camp Nou, palco dos jogos do Barcelona. 

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Golo mil de Túlio Maravilha

Aos 44 anos, Túlio Maravilha concretizou ao serviço do Araxá - a sua 49.ª equipa - o golo mil da sua carreira. Foi de penálti e a conta redonda de Túlio estará sempre envolvida em polémica. Alcançada
a marca que segundo o próprio o «imortaliza na história do futebol mundial», Túlio irá pendurar as botas. A não ser que agora queira chegar ao golo 1500...

O quartel de luxo de José Mourinho


Cobham Training Center. Vale a pena ver o filme e as condições fabulosas à disposição de José Mourinho no Chelsea. Um regalo pago pela Gazprom, a dar gás ao sucesso do emblema londrino. 

Manchester Desunited



O ano de mudança no Man. United é também a queda de uma ideia de projeto que defendia uma linha de continuidade com o passado. David Moyes - treinador que aprecio muito - não é Alex Ferguson nem nunca lhe devia ter sido «sugerido» que para vingar nos red devils tivesse que abdicar, de certa forma, daquelas que foram as suas próprias linhas orientadoras. Por outro lado, tudo tem um fim e os ciclos de renovação implicam  quase sempre alguma amargura e dor. O Man. United está mergulhado num impensável 7-º lugar na Premier League e ontem cedeu um empate em casa com o Fulham. Um resultado com requintes de malvadez.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Moreno custou 550 mil euros


Para ler no online da Bola. 

O SC Braga comprou 80 por cento do passe de Erick Moreno por 550 mil euros. É o valor oficial do negócio que trouxe o talento de 22 anos para o plantel comandado por Jesualdo Ferreira.

No último dia de inscrições, quando o jogador já estava em Braga para assinar contrato até 2018, o seu antigo clube, o Millonarios, fez exigências de última hora, pretendendo subir a parada. O SC Braga manteve-se inflexível na sua posição, não aceitou pagar nem mais um cêntimo e depois de alguns contactos o acordo inicial foi mantido. Por causa deste episódio, a apresentação de Moreno atrasou quase duas horas.


No SC Braga, Erick Moreno envergará a camisola 16. Última nota: a MNM Sports, empresa de Fernando Meira, Nuno Assis e Pedro Mendes, agenciará o jogador colombiano em Portugal. 

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Luiz Carlos também «mexe»


Em questões de transferências, caímos por vezes na tentação de achar que determinado jogador, pelo seu perfil discreto e trabalhador, pode não mexer grande coisa no entra e sai do mercado. Como é caso de Luiz Carlos - curiosamente o futebolista mais vezes substituído por Jesualdo... Nas últimas horas, A Bola deu conta desses movimentos de bastidores tendo como epicentro o médio e três clubes e a imediata resposta do Braga, na forma de um esclarecimento aos interessados. Três clubes, sendo que um deles - nem preciso dizer qual, «that's ta true» :) - vai continuar a rondar como um tubarão. 

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Moreno, oh morenito


Érick Moreno. Tem 22 anos e ainda não é completamente seguro que se torne reforço do Braga. As próximas horas poderão ajudar a trazer alguma luz sobre o tema, mas não está fácil resgatar este talento colombiano. Existe uma manifesta intenção do emblema arsenalista em juntar  Pardo um compatriota promissor, que no Millonarios é uma espécie de arma secreta que salta do banco em momentos de maior necessidade. Marcou 15 golos em 49 jogos e se vier a assinar fará concorrência a Rusescu e Edinho - este último se se aguentar no plantel até ao fecho das inscrições. David Rodriguez, do Celta de Vigo, com quem o treinador Luis Enrique não conta, surge como uma das alternativas até ao fecho do mercado, dia 31. 

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

O respeito pela memória





Regresso mais de um ano depois, não sei se em permanência ou episodicamente, o tempo o dirá. O facto de não ter encerrado o blogue é um sinal de que a vontade em quebrar este elo era pouca, para não dizer inexistente. Num ano e um mês muita coisa mudou. Eu mudei, o mundo à minha volta mudou, mas há princípios e valores que nunca mudam - nascem, vivem e morrem connosco. Um dos valores a conservar com toda a urgência é o respeito pela memória. Nunca deve ser curta, como apregoa a voz popular. Fehér sucumbiu num campo de futebol. A esta reportagem dediquei dois dias em exclusivo, coisa rara nos tempos que correm, em que cada vez mais somos chamados a apagar fogos em simultâneo. Foi tocante fazer estas quatro páginas. Quem leu gostou e estou muito grato a quem, simpaticamente, me fez chegar esse feed back. É importante, para o bem e para o mal, ouvir todas as opiniões. Escusado será dizer que eu estive lá, em Guimarães, naquela dia 25 de janeiro de 2004. Quem lá esteve sabe que todos os detalhes desse triste desfecho habita na nossa memória como se fosse ontem. E, no entanto, passaram dez anos. Paz à tua alma, Fehér. 

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

A deusa

Tinha 19 anos, cabelos castanhos longos e ondulantes, uma tez branca e iluminada. Era bela. Muita bela. Aconchegado a ela, um filho, recém-nascido, anjo adormecido. Eu tinha 8 anos e era inverno. No segundo intervalo da escola, desci para a voltar a ver. A minha escola ficava nas traseiras da Igreja de Santa Cruz do Bispo. Subíamos umas escadas com destino a uma sala que autorizava a entrada de luz através de uma única janela. Fazia frio quando estava frio, sentia-se um calor insuportável quando a primavera se vestia de verão. 

Havia uma porta lateral que ia dar à igreja. Volta e meia, eu e uns amigos escapávamos à vigilância da professora para fanar hóstias e beber vinho. Era azedo e de má qualidade. As aulas eram por vezes interrompidas por homilias e choros abafados de dor e angústia. Em baixo da sala onde aprendíamos a somar números, situava-se a capela mortuária. Ver defuntos, naquela idade e naquela época, era normal. Por vezes sentíamos um apelo mórbido em invadir o espaço. Acontecia sermos enxotados. Normalmente a nossa presença era tolerada ou ignorada pelo coro de lágrimas e gritos que ouvíamos em silêncio. Uma vez uma senhora idosa, trespassada pela dor, pediu-me um abraço. Imaginava-me anjo na despedida do marido e companheiro de uma vida.


Quando visito a minha falecida avó e lhe acendo uma vela, falo com ela. No caminho de regresso, paro na morada eterna daquele bela criatura de 19 anos, que ao dar a luz uma vida sacrificou a sua, sem conseguir salvar o fruto do seu amor. Paro e penso naquele dia. Na dureza da existência humana. Com 8 anos, quase 9, aquela deusa ensinou-me o significado da palavra morte. E de como é importante vivermos a vida como se não houvesse amanhã. Nunca conseguimos cumprir este desígnio, já repararam? 

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Foi por pouco


Grande foto do Beto em Old Trafford. Num palco de máxima exigência, o Braga fez sonhar toda a gente e quase quebrava o historial negativo dos clubes portugueses na casa do Man. United. Recupero o que escrevi no final do jogo, no meu Facebook. O Braga perdeu. Pois perdeu. Esteve perto de fazer história. Não é qualquer equipa que chega a Old Trafford com aquela personalidade e enfia duas batatas de rajada ao Man. United. É preciso ter fibra. Depois não houve como calar a resposta do gigante, que em matéria de reviravoltas tem longa tradição, na Europa e na Liga inglesa. Uma coisa dou como certa: Portugal tem orgulho deste Braga.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

É fera, o Ghilas


Anda muita truta atenta ao rapaz do Moreirense e pelo que vi frente ao Sporting justifica-se o assédio e as múltiplas observações. Nabil Ghilas pode vir a ser um tremendo avançado. Ainda não é, mas corre rapidamente para ser tornar um caso sério. Tem 22 anos este franco-argelino explosivo, física e tecnicamente parecido com Lima, embora sem aquele leque de soluções abrangentes que o agora benfiquista possui para chegar à área contrária. Mais um ano bem trabalhadinho e estará no ponto. Para onde? Ou estrangeiro ou para aquele clube do costume, o que ataca pela calada e na hora certa, enquanto os endinheirados andam a banhos de sol na América do Sul. 

sábado, 20 de outubro de 2012

Afonsinhos



Alex, Diogo Lamelas e Ricardo, jogadores do V. Guimarães, estiveram esta manhã na abertura oficial da época da escola de futebol Os Afonsinhos. Três bons exemplos para a miudagem que dá os primeiros pontapés na bola manter vivo o sonho de um dia jogar ao mais alto nível. Nem todos lá chegarão mas o futebol é muito mais do que competição e contratos chorudos, embora os euros exerçam um fascínio especial nas crianças. Uma delas nem hesitou em perguntar a Alex quanto dinheiro, ao certo, ele levava +ara a casa ao fim do mês... No final, o capitão do Vitória falou sobre a eliminatória com o Vilaverdense. 

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

No Mundial... aos 45 anos


Lembra do japonês Kazu? Se for torcedor do Santos ou do Coritiba, certamente guarda com carinho esse nome. Não pela qualidade do futebol, mas pelo ineditismo. Nos anos 80, ele se tornou o primeiro jogador de seu país a atuar no Brasil. Agora, 22 anos depois de deixar os campos verde-amarelos, ele vai disputar sua primeira Copa do Mundo. Mas de futsal.
Aos 45 anos, ele é o nome mais conhecido da seleção que vai disputar a Copa do Mundo da Tailândia, em novembro. Sua presença no elenco foi confirmada nesta quinta-feira, pelo técnico espanhol Miguel Rodrigo, e é uma compensação pela história de Kazu com Copas do Mundo. Em 1994, ele era o principal jogador da Ásia, eleito no ano anterior o principal atleta do continente, mas o Japão não se classificou  - os representantes asiáticos foram Coreia do Sul e Arábia Saudita.
Em 1998, ele foi um dos grandes jogadores na campanha que levou o Japão para a Copa da França. Marcou 14 dos 51 gols da equipe nas eliminatórias. Quando o técnico Takeshi Okada definiu o time que iria disputar o torneio, porém, o nome do atacante, então com 31 anos, não estava na lista.
“Disputar a Copa do Mundo de futsal é o ápice para um jogador do salão. Estou muito orgulhoso por ter recebido esta chance, bastante motivado, embora seja uma categoria diferente. Não se trata de ser uma melhor do que a outra. Disputar uma Copa do Mundo é o meu sonho”, afirmou o jogador ao site da Fifa, quando seu nome apareceu na pré-lista.
Fonte: UOL Esportes

Minho


19 de Outubro de 2012 - A caminho de Fafe, um cobertor de nevoeiro parece engolir a paisagem. O Minho é a minha região preferida, pela exuberância de cores e beleza natural, oferecendo a quem visita a região um diversificado mosaico cultural. Cada aldeia tem a sua história, uma identidade e magia próprias.