sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Olhò Robô!


Frase da semana:

"
O sexo com Robôs será fantástico"

David Levy, antigo mestre de xadrez e especialista em inteligência artificial, na Sábado

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Não deu galo, mas...


A par do Belenenses, o Gil Vicente terá sido a única equipa esta época a jogar de peito aberto no Dragão. E não me venham cá dizer que o FC Porto jogou com a equipa B, porque só os ordenados de Mariano, Lucho e Stepanov davam para cobrir o orçamento do galo para a equipa profissional. Volvidos quase dois anos sobre o caso Mateus, observo, com agrado, que o Gil deu um passo firme na aposta dos valores formados no clube. Para mim será uma das surpresas na recta final da Liga Vitalista. Para subir? Pode ser, pode ser...

Leandro Lima - 22 anos



Aí está Leandro Lima, de volta ao Porto e apanhado pela objectiva do Pedro Trindade e a escrita fina de Carlos Pereira Santos, repórter que tem faro por furos bem sugestivos. Este é um deles. Pegando numa expressão que não existe no dicionário, mas apenas na ladaínha do povo, Leandro Lima parece-me «estamagadinho» com este processo. É verdade que um dia para o outro envelheceu dois anos, mas, caramba, o rapaz tem rapidamente de contratar um especialista de imagem para lhe dizer que aquele chapeuzito à rapper está «out» e é pouco adequado à sua geração. Ok, fora de tangas: espero que o caso conheça um desfecho positivo para Leandro, porque quem conhece este tipo de esquemas sabe muito bem que, normalmente, os jogadores são os menos culpados, caindo na ratoeira de agentes sem escrúpulos e advogados gananciosos. Querem nomes? Esperem mais alguns dias...

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Raio de Galo!


Foi galo, pá! Uma pessoa requisita um guindaste para nos tirar da cama às 8 da matina, goza cinco míseras horas de sono autorizadas por mais um jogo nocturno, desta vez em Coimbra, chega fresquinho como um alho-porro a Barcelos e, zás, leva com um treino à porta fechada, sem aviso prévio. Como mandam as regras de bom comportamento, o Gil Vicente permitiu a recolha de imagens nos primeiros 15 minutos (à Champions) antes de sacudir o pessoal para fora do palco dos sonhos que é o Adelino Ribeiro Novo (ah, que saudades dos jogos à chuva...). O tasco do estádio, que cheira a vinho verde e pataniscas, tem jornais de graça e seria o refúgio perfeito para descobrir histórias da Taça e matar o tempo com uma suecada. Mas eis que surge a mais perturbadora das mensagens: «Por motivo de: estamos encerrados.» Esclarecedor. Aqui há dedo do Paulo Alves, digo eu. Sendo manifestamente insuficiente fechar o treino, era preciso abafar os bufos. Sim, porque sabe-se mais em meia hora de cavaqueira num qualquer tasco de um estádio deste país do que em hora e meia a ver gajos a correr. Já agora: ainda não é primavera, mas passou por lá uma andorinha a dizer que o Gil Vicente vai jogar com o guarda-redes titular no Dragão. Motivo: está bom de ver qual é...

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

O adeus de João Pinto



João Pinto anunciou há momentos o adeus aos palcos nacionais, meditando agora sobre propostas oriundas do Médio Oriente e dos Estados Unidos:

"João Pinto formalizou esta segunda-feira a rescisão de contrato com o Sp. Braga. O jogador diz que tomou esta decisão para reorganizar o seu futuro profissional, o qual está ainda em aberto. Certo é ter convites dos Estados Unidos e do Médio Oriente.

«Está tudo em aberto. Neste momento não existe só a possibilidade de jogar nos Estados Unidos, pois também tenho convites do Médio Oriente. Mas, agora, vou ter todo o tempo para repensar sobre todo o meu futuro», afirmou o jogador, que assumiu ter passado três dias na semana passada nos Estados Unidos, onde negociou com o Toronto FC.Confirma-se assim que João Pinto, de 36 anos, deverá mesmo prosseguir a carreira no estrangeiro, isto depois de uma experiência infeliz no At. Madrid em 1990. Boavista, Benfica e Sporting são os restantes clubes por que passou o jogador."


In A BOLAONLINE

Ramalde, num domingo à tarde

Estava eu a meditar sobre o Nuremberga-Benfica quando, repentinamente, sou assaltado pelo facto do dia: «Caramba (em versão hard), hoje há um Ramaldense-Sporting Clube da Cruz!» Não foi bem assim, mas façam de conta. Na verdade fui arrastado uns bons 15o metros para o campo do Ramaldense e não dei o tempo por perdido. Não se paga bilhete, insulta-se o árbitro à vontade e - a cereja no topo do bolo - vê-se porrada à fartazana. O Cruz acabou o jogo com oito jogadores, por conta de uma grande penalidade a favor do Ramaldense que incendiou os ânimos - a falta na área existiu, mas isso é um detalhe. A turma de Ramalde venceu 2-1, e, muito justamente, um espectador fazia notar que «aquela entrada com o pé em risco» de um jogador do Cruz só podia dar vermelho.
Duas semanas antes, testemunhas oculares que na verdade são colegas ociosos, relataram-me que o árbitro do jogo caiu na armadilha de apitar as faltas desde muito longe. «Foi visão de óptica», gritou-se desde a bancada central-que-não-existe, o que, bem vistas as coisas, faz sentido. Afinal, a ilusão tanto habita num Ramaldense-Cruz como num Benfica-Sp. Braga ou V. Setúbal-Sporting. O contexto muda, as personagens também, mas a história tem um final parecido: É tudo visão de óptica.

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Fraquinho...



Depois da bica cheia e da "italiana", chegou ao mundo dos cafés mais uma inovação... Um indivíduo chega a uma pastelaria e diz: - Quero um café à BENFICA! O empregado, estupefacto, pergunta: - À BENFICA ?? Como é que eu tiro isso? - Fraquinho, muito fraquinho...

Um contributo do meu bom amigo J.E. -- tu sabes de quem estou a falar

sábado, 23 de fevereiro de 2008

Pandurii=milhões



O Pandurii, de Joaquim Teixeira, estreia-se amanhã na Liga romena. Actualmente no penúltimo lugar, a equipa luta desesperadamente pela salvação e conta com o treinador português para operar o milagre. O Pandurii investiu forte em Janeiro: 1,5 milhões de euros em contratações só no mês de Janeiro. Muito dinheiro? Sim, muito, até atendendo às segundas ou terceiras linhas que veio buscar a Portugal. Atente-se nestes números publicados pelo jornal Libertatea. O empréstimo do bracarense Anílton terá custado 100 mil euros, e por dois brazucas desconhecidos que não calçavam no Estrela da Amadora o Pandurii pagou... 250 mil euros!? A serem verdadeiros estes valores, é o mais parecido que eu vi nos últimos tempos com o chamado «Negócio da China»...

Carlos Cardoso (brazilian, Estrela Amadora, 24 ani, fundas), 100.000 de euro; Fabio Nunes (brazilian, Estrela Amadora, 28 ani, atacant), 150.000 de euro; Pedro Mingote (portughez, AD Lousada, 28 ani, portar), 100.000 de euro; Jesui do Nascimento (brazilian, Uniao Leiria, 26 ani, atacant), 150.000 de euro; Marco Soares (portughez, Uniao Leiria, 24 ani, mijlocas), 150.000 de euro; Jose Anilton Junior (brazilian, Sporting Braga, 28 ani, fundas), 100.000 de euro; Wandeir Do Santos (brazilian, Naval, 28 ani, atacant), 150.000 de euro; Jose Moreira (portughez, Rio Ave, 25 ani, portar), 100.000 de euro; Pintassilgo (brazilian, Portimonense, 23 ani, mijlocas), 150.000 de euro; Arrieta Perez (spaniol, Swindon, 30 ani, atacant), 150.000 de euro; Diego De Gregorio (chilian, Deportes Melipilla, 23 ani, atacant) 200.000 de euro

Fonte: Libertatea.ro

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Ah, leão!



Parabéns ao Sporting pela forma peremptória como arrumou o Basileia. Não sei se a crise de identidade já é coisa do passado, mas que a equipa está mais sólida e confiante, disso não há dúvida.

Pergunta do dia


O que terá passado pela cabeça de Camacho quando pensou que Makukula era melhor alternativa do que Cardozo para o jogo com o Nuremberga?

Sp. Braga: um caso sério



Faz amanhã 5 anos que António Salvador assumiu a presidência do Sp. Braga. Mas há outra data relevante na vida do clube: faz amanhã dois meses que começou o ciclo negro de resultados no emblema bracarense, com um empate, em casa, frente ao Boavista. Nove jogos, cinco derrotas em três competições diferentes, 17 golos sofridos, oitavo lugar na Liga. É o retrato da crise, palavra que soa terrivelmente aos ouvidos de um clube que conviveu nos últimos anos com o sucesso desportivo e uma bem conduzida gestão financeira. Desde que Jesualdo Ferreira saiu, passaram pelo banco quatro treinadores cuja competência e conhecimento não podem ser colocados em causa. O problema é que foram confrontados com a necessidade de impulsionar um crescimento desportivo que o orçamento do Sp. Braga não autorizava. E foram despedidos, sem hesitações. Manuel Machado tem-se aguentado porque, entretanto, a SAD terá percebido que o problema não pode ser só dos treinadores. E não é. O problema do Sp. Braga é bem mais profundo: é uma equipa que já só reage por impulsos, que se galvaniza quando o chicote estala e passados sete ou oito jogos cai numa profunda depressão. É um caso de estudo para psicanalistas, um caso dramático para o mais competente dos treinadores. E o resto é conversa.

PETIÇÃO: JOGA-RUI-COSTA--SE-TIVERES-P'RAÍ-VIRADO


Confesso: já não tenho pachorra para petições do género daquela que foi lançada a Rui Costa, para que o astro jogue mais um ano no Benfica. Antes, fora Luís Figo a infeliz «vítima» desta estratégia que se serve da Internet e da bonomia dos jornais desportivos e de alguns generalistas para passar uma mensagem que de ingénua não tem nada. A começar por quem patrocina este género de iniciativas: os 15 minutos de fama já ninguém lhes tira. Uma coisa é devoção e admiração por uma determinada referência - sempre que vejo um número 10 em campo, lembro-me de Platini - outra, bem diferente, é não ter a noção de onde começa e acaba o papel dos fãs e adeptos em determinada altura da vida de um jogador. Repesco o Platini: vi-o a jogar na selecção francesa e no Saint-Étienne, tinha eu apenas 6 anos. É uma imagem forte, viva, poderosa, que guardo com saudade mas sem saudosismos bacocos. Nunca vi Platini a arrastar-se em campo, e isso é bom. Questão central: alguém perguntou alguma coisa a Rui Costa? De certeza que não. O maestro terá o seus timings próprios e não será, seguramente, uma petição sem ponta de originalidade que irá alterar os seus planos de reforma.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Portugal = Algarve


Mapa de Portugal no "Financial Times" de 13 de Outubro de 2007...

Postais de Bremen II


Vitral na Bottcherstrasse


Moinho num jardim público da cidade


Personagens da fábula «Músicos de Bremen»


Cavaleiro na Marktplatz

Basílica de São Pedro, Marktplatz

Atire o dinheiro para o esgoto




O que se vê na segunda imagem não é uma simples tampa de esgoto. É uma mina de ouro, em pleno centro histórico de Bremen, na Alemanha. Reparem na pequena ranhura no meio da caixa: é lá que caem as moedas. Milhares de cêntimos por dia, para ouvir o som cavernoso de um burro, um cão, um gato ou um galo (foto de cima). São as quatro personagens da fábula «Músicos de Bremen», dos irmãos Grimm. Bremen não só adoptou o conto, como retirou rendimentos brutais da história através de estátuas espalhadas pela cidade e com o tal tampo de esgoto que emite os sons do quarteto de bichinhos.

A pergunta e óbvia: como é que em Portugal ninguém se lembrou disso? Ainda vão a tempo. Imaginem uma tampa destas à porta do Estádio de Alvalade: 10 cêntimos para ouvir os bufos. E no da Luz? 20 cêntimos para se perceber o que disse Cardozo a Camacho, quando foi substituído no jogo com o Nuremberga. No Dragão, não fariam a coisa por menos - 50 cêntimos, taxa mínima para ouvir o Mariano Gonzalez festejar um golo (som ainda em regime experimental).

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Postais de Bremen


Weserstadion, minutos antes do início do jogo entre o Werder Bremen e o Sp. Braga


Bottcherstrasse, rua de edifício medievais magnificamente conservados e reabilitados, onde se escondem pequenos museus de arte contemporânea e um casino, lojas que vendem vinho e chãs, uma pérola maravilhosa que é urgente descobrir.



A estátua de Roldão, ou Roland (não o Linz), no meio na Marktplatz. Nesta praça sente-se o palpitar cultural de Bremen.



O burro, o cão, o gato e o galo, protagonistas da fábula «Músicos de Bremen», dos irmãos Grimm. A referência a estas personagens é recorrente numa cidade orgulhosa da sua independência.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

O berço de um grande jogo


O Vitória Guimarães-Leixões, no passado domingo, foi um jogo digno de ser transmitido em directo pela SportTV/TVI. Mas ainda bem que não o foi, porque se há coisa de que tenho saudades é de ver bons jogos a horas decentes - e este começou às 16 horas, a meio da tarde, portanto. A previsão de enchente não se confirmou, dado que a chuva afastou muita gente do Estádio D. Afonso Henriques. Mesmo assim, 16130 almas é número nada desprezível para o que têm sido as médias de assistências na generalidade dos estádios da I Liga. Pergunto-me se o cartaz não suscitava, só por si, uma atenção especial das chamadas audiências televisivas, quando, por vezes, nos são servidos jogos à segunda-feira equivalentes, em emoção e qualidade, aos derbies do Liechtenstein? Quem assistiu ao vivo não deu por mal empregue o tempo nem o dinheiro.




sábado, 2 de fevereiro de 2008

PRESSÃO ALTA NO MINHO



No dia seguinte a um empate que a maioria dos adeptos bracarenses considerou um atentado à honra e dignidade da equipa do Sp. Braga, duas adeptas apareceram no treino, dispostas a furar a ordem de porta fechada. Voltaram para trás, mas pelos menos fizeram ouvir a sua voz. Pergunto: como é possível ao plantel bracarense trabalhar em paz e obter resultados com este tipo de pressão alta? Não consegue, claro.

sábado, 26 de janeiro de 2008

Zé do GOOOLO



Zé Carlos o melhor jogador da liga do Chipre marcou três vezes no jogo de hoje.

Foram os primeiros três gols do artilheiro na liga e agora tudo indica que mais gols virão por ai."- Tive um começo de temporada complicado, me machuquei logo no primeiro jogo da liga e por ter feito o tratamento no Brasil consegui voltar antes do prazo, demorei a marcar por motivos normais como ritimo de jogo e entrosamento com os companheiros, mas tive chances que estavam esbarrando na trave e nos goleiros, mas hoje marquei três vezes e estou muito feliz, acho que a visita do meu amigo Rogério Pinheiro que está em pré temporada aqui no Chipre me deu sorte também. Agora é manter a fase porque ainda da pra brigar pela artilharia e consolidar a vaga da nossa equipe nas copas européias."- disse Zé do gol muito feliz após sua grande atuação.

In agencia 90 m

PS: Quantas vezes não me lembrei eu do Zé do Golo quando dirigentes e treinadores se punham a falar de «um reforço de Inverno» que fizesse a diferença. Este faz.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

You are so beautiful



O projecto do novo estádio do Liverpool. Lindo, não é? Vai custar 562 mil euros. Uma pechincha...

Ué?!


Scolari: «Quem tiver bunda grande pode perder o ônibus do Europeu»

Parece-me uma afirmação francamente fracturante: isto significa que o Scolari não estará no Europeu?

Reforço na Mata Real



Esta manhã fui à Mata Real ao cheiro de um novo ponta-de-lança, mas só me saiu este cromo. Um pouco emproado, por sinal, a avaliar pelas suas primeiras palavras à chegada ao Paços de Ferreira: «Estou na montra, meu!» Há que desconfiar de jogadores como estes: pose de quem tem a mania que é bom, corpinho de deus grego, gosto duvidoso na escolha das cores do equipamento, alguma sobranceria no olhar. Pelo que vi no treino, não me parece solução para ataque. Ok, tem uma boa presença na área, mas e o resto? Mobilidade, péssima! Sentido colectivo, nenhum! Durante a peladinha ficou todo o tempo na área à espera de ser servido. Pior ainda: aos sucessivos gritos de José Mota para se mexer, o rapaz nem pestanejou. Não consta que tenha sido Jorge Mendes a trazê-lo. Estou francamente decepcionado com o responsável pela prospecção dos castores.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Miúdos, autógrafos, profs inconvenientes e tensão no Estádio AXA


João Pereira e Rodriguez foram ontem à escola EB1 Quinta da Veiga, bem perto do Estádio AXA, dar autógrafos à criançada, em mais uma iniciativa destinada a criar laços entre a juventude e o Sp. Braga.


Os miúdos, ainda a dar os primeiros passos no português, compreenderam o discurso de João Pereira... o pior foi «pescar» o castelhano tímido de Rodriguez. Parco em palavras, não é por acaso que chamam ao peruano «El Mudo» Rodriguez...



Momento alto da iniciativa aconteceu quando um professor, adepto do V. Guimarães, armadilhou duas questões que João Pereira despachou em duas penadas. Questão 1: o que acha do facto de Manuel Machado ser sócio do Vitória e ao mesmo tempo treinador do Sp. Braga («é normal, somos todos profissionais e queremos apenas o sucesso do Sp. Braga»).Questão 2: Gostavam de jogar num estádio sempre cheio, como acontece em Guimarães com o Vitória? (mauzinho este prof.) A resposta, bem ao jeito de JP: «Gosto de jogar com público, de preferência 30 mil ou 40 mil adeptos. Mas, olhe, o Vitória tem um bom público, mas há clubes em Portugal que têm mais adeptos». A tirada silenciou a sala. Até os putos perceberam que o melhor era mudar de assunto... e rapidamente.

Mais tarde, treino. Centena e meia de adeptos no AXA, coisa rara, quase inédita num treino à semana do Sp. Braga. O ambiente não estava para festa: o pessoal está a começar a desatinar com o ciclo de resultados menos bons da equipa e a eliminação da Taça de Portugal acentuou a tensão e as críticas. Coisa passageira? A resposta segue dentro de momentos, quando os bracarenses defrontarem o Belenenses. Mas que há gente a afiar as facas, isso é mais do que evidente....



sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Curso de jogador(a) na Guarda...


Contreras e Breno para a «Champions»


Contreras e Breno Silva acabaram de ser apresentados como reforços do Sp. Braga. Uma boa aquisição, Contreras, ex-Sporting e que esta época esteve encostado no Celta de Vigo, e uma incógnita, Breno, ex-Náutico, central que teve um imbróglio com o Vasco da Gama aquando da mudança para aquele clube no final de 2006. A provar que as coisas estão a mudar em Braga, António Salvador não embandeirou em arco e pela primeira vez desde que tomou posse não pediu a «Champions». Publicamente não o fez, mas o balneário já sabe o que a casa gasta: com a crise que abala as estruturas de Sporting e Benfica, o Sporting de Braga nunca gozou de um cenário tão privilegiado para atacar a Liga dos Campeões. Traduzido em Machadês: O quadro conjuntural abarca a possibilidade teórica de o Sporting de Braga atingir um propósito histórico que não se limita, no plano motivacional, à segunda prova mais importante da UEFA.


segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Leixões vezes três



O Leixões apresentou há pouco os seus últimos três reforços. É impressão minha ou a propalada contenção orçamental foi mandada às urtigas? Não falo, obviamente, do brasileiro Marques, um ponta-de-lança do Grémio Anápolis que deu uns toques no Vila Nova, na Série B (quatro golos). Esse deve respeitar os limites impostos pela SAD em matéria de ordenados. Já Jaime, que em Portugal jogou no V. Guimarães, Rio Ave, Sp. Braga, U.Leiria e Estrela Amadora, e que auferia de um belo ordenado no Racing de Ferrol, é rapaz para ser muito bem pago no Mar. O mesmo se aplica a Castanheira, ex-Sp. Braga. Ah, sopraram-me agora ao ouvido que «ambos os três», como diria Simão Sabrosa, vieram para o Leixões por amor à camisola! Assim é que é. Também há boa sardinha no Serrão, é avisar os craques.

Vídeo de Marques, novo reforço do Leixões

O Leixões apresenta hoje um autêntico contentor de reforços. Mais tarde teremos novidades fresquinhas aqui no blog, já que este vosso amigo vai estar no Mar a surfar nas novas ondas do Leixões. Entretanto, deixo-vos os melhores momentos de uma das aquisições, o atacante Iorlando Marques, ex-Avaí, ex-Vila Nova, ex-Operário de Mato Grosso e ex-Grémio Anápolis. Pelas imagens, o rapaz, que hoje celebra os seus 23 anos, promete. Falta saber se vai vingar em Matosinhos.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

O «Sexta» faz a diferença


Passou tempo suficiente para se meditar sobre o que o «Sexta» inovou ou acrescentou na área dos (agora) tão em voga jornais de distribuição gratuita. Inovou muito e acrescentou imenso e fez-nos ver que, afinal, neste domínio, havia um espaço para explorar que só agora começou a ser preenchido por este semanário que nasceu do esforço conjunto de dois títulos de referência nacional nas respectivas áreas - «Público» e «A BOLA». O Sexta é um produto vivo e estimulante. Não é um jornal de notícias mas tem notícias, não vive do «fait-diver» mas dá uma visão interessante e cativante do nosso pequeno-grande Universo - e, nesse aspecto, como noutros, os seus responsáveis cumpriram a promessa de ser diferentes. O resultado só me espantaria verdadeiramente se não conhecesse algumas das pessoas que estão ligadas ao projecto, a começar pelo director, João Bonzinho, uma referência pessoal com quem tive o prazer de um dia aprender como se faz um Campeonato do Mundo e que fez o favor de me ensinar tanta coisa sem pedir nada em troca (o que poderia eu dar?, talvez só mesmo a minha amizade). Há ainda o Nuno Paralvas, de uma competência inatacável, um operário com arte que veste como poucos a camisola. E, depois, não se pode esquecer a qualidade dos jornalistas que o Público destacou para o «Sexta» bem como a solidária muleta das duas redacções.
Amanhã, sexta, levo o «Sexta» para o fim-de-semana. Vou devorá-lo. E vou lê-lo outra vez. Sempre com gosto. Sempre com admiração.