sábado, 7 de novembro de 2015

Marselha: fotos e o caso «chuteiras»







O furto das chuteiras dos jogadores do SC Braga no Estádio Vélodrome entra na história da UEFA. Na história negra, como é lógico. Estou como diz Paulo Fonseca: andamos 20 anos nisto e ainda conseguimos ser surpreendidos. Quando soube da notícia - ainda os clubes e a UEFA estavam em reunião acalorada no Estádio, na manhã do jogo - senti isso mesmo, surpresa, mas também, admito, deu-me vontade de rir. Quem se lembraria de fazer tal coisa? É o caricato do episódio que nos faz cair na tentação de brincar com o acontecimento, mas não é brincadeira nenhuma ir a jogo com chuteiras por estrear. Não é recomendável. É doloroso. É doloso. 

Nestas questões a UEFA tem um papel muito pouco parcial. Aconteceu ao SC Braga, paciência. Mas se acontecesse ao Marselha em Braga era o fim de Mundo. O clube francês também deixou o material no Estádio Municipal na véspera do desafio, é bom lembrar. 

Adiante: tirando o filme caricato e bizarro do assalto, a passagem por Marselha acabou com o trajeto 100 por cento vitorioso do Braga na Liga Europa. Nada de grave nem de inesperado, olhando à história do jogo. O Braga entrou em «modo» cauteloso e somou erros individuais que foram determinantes na derrota. Perdeu apenas por 1-0, por manifesto desacerto de Batshuayi e enorme inspiração de Matheus. E na recta no final quase empatava! É expectável que a qualificação para os 16-avos seja carimbada em casa, frente ao Liberec. Se o SC Braga for igual a si próprio, claro. Deixo-vos algumas fotos de Marselha, uma cidade que vale pela zona do Porto Velho. 





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