terça-feira, 1 de novembro de 2011

Dragão: dores de encolhimento



Se Vítor Pereira aguentar o abalo resultante da derrota por 2-1 frente ao Apoel, e a perda de cinco pontos no confronto directo com aquele que era à partida considerado o parente pobre do grupo, vai voltar a agarrar-se à promessa de um FC Porto «à FC Porto» frente ao Olhanense. O Campeonato tem fornecido aspirinas para as dores de encolhimento de uma equipa que, é hoje, uma pálida sombra da que conquistou a Liga Europa.

Há quem ache que a primeira parte do FC Porto foi pior que a segunda metade. Eu penso que foi o contrário. Nos segundos 45 minutos os azuis e brancos gozaram de um domínio infértil, por manifesta falta de ideias para fazer algo mais do que rematar de longe. Este foi logo um sintoma alarmante. Depois, mesmo com um penálti caído do céu e saído da imaginação do árbitro, os dragões não seguraram o empate muito tempo. Caíram à segunda jogada de ataque do Apoel, por sinal muito bem desenhada e concluída com frieza por Manduca.
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