domingo, 2 de outubro de 2011

Gosto pelo risco

O Braga caiu em Leiria e saiu do poleiro da Liga. Não sei se merecidamente, ou não, porque estive no Trofense-Belenenenses e apenas vi o último quarto de hora do desafio da Marinha Grande: aguçado pela curiosidade, lá encontrei um link muito ilegal na Internet que me trouxe imagens de um jogo que, à partida, era de acrescida dificuldade para o Braga por via da mudança técnica verificada no UD Leiria.

A juntar a isso, as mudanças no onze arsenalista, talvez destinadas a confundir Manuel Cajuda. Esse gosto de Jardim pelo risco é para mim uma surpresa. Pode-se invocar o cansaço de algumas unidades, ou a falta de inspiração de outras, para se explicar alterações tão profundas na estrutura da equipa. Contudo, na antecâmara de uma paragem competitiva era de esperar que o Braga entrasse na batalha com os argumentos em teoria mais consistentes, ou seja, aqueles que o conduziram ao topo da classificação. Neste imenso planeta, só conheço uma equipa que se pode dar ao luxo de pôr o onze de pernas para o ar - o Barcelona.
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