sexta-feira, 26 de agosto de 2011

De partida

Parto dentro de momentos para Zurique e ao final da tarde estarei de volta ao lar, doce lar. Tenho saudades da minha mulher e dos meus filhos e cada vez me custa mais estas saídas. Mas são ossos do ofício. Braga na fase de grupos da Liga Europa. Tudo normal, o contário é que seria notícia. Viram o Hélder Barbosa? Que golo fantástico. E a garra do Lima? E aquele passe mágico de Guilherme a desmarcar o 18 para o segundo golo?

No meio de muito sofrimento, de lapsos e equívocos, o Braga ofereceu-nos momentos bons de futebol. Leonardo Jardim foi audaz a construir o onze e esteve bem nas substituicões. Um dia, acho que no final do estágio, disse que com ele não havia suplentes nem titulares. Havia, sim, um grupo forte de 16/17 jogadores que teriam de ter a capacidade de entrar no onze a qualquer momento. Na antevisão do jogo com o Young Boys, quarta-feira, a propósito de Nuno Gomes ter ido para o banco frente ao Marítimo, afirmou que não poupa jogadores. É contra isso. Sabem que mais? O madeirense tem o mérito de não dizer as coisas da boca para fora. É uma qualidade rara na sua classe...
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