segunda-feira, 27 de junho de 2011

Postais de Punta Cana


As águas cristalinas de uma praia em Punta Cana. Há 12 anos estive na República Dominicana quando ainda não tinha filhos. Apesar da dureza da viagem (7.30 horas desde Lisboa) quis que os meus rebentos conhecessem uma das maravilhas turísticas das Caraíbas. Já estive no México, na Jamaica e no Brasil, mas nada suplanta Punta Cana em qualidade, hospitalidade e beleza natural.



A água é quente e pode-se caminhar mar dentro sem perder o pé. Pelo caminho, dezenas de peixes coloridos cativam a nossa atenção.




Uma garça branca em pleno complexo hoteleiro. Alimento fácil para um dos muitos exemplares de fauna existentes na República Dominicana.




Em cima e em baixo, areia fina e branca num cenário de calor sufocante. Vai valendo a sombra das palmeiras e coqueiros para nos dar alguma protecção.






De peças de fruta nasce uma autêntica obra de arte. Tentei fazer o mesmo em casa mas o resultado foi desastroso.




Um pica-pau alimenta os filhotes no final da tarde. Eis algo que não se vê todos os dias.



Uma festa na praia. Muito merengue e rum a animar a noite. Curiosamente, a música de fundo desta foto era de uma banda portuguesa - os Buraca Som Sistema e o inevitável «Wegue, Wegue»





O avião da viagem, um potente A-330, lotado com 388 passageiros. Foi uma viagem longa mas agradável e sem sobressaltos. A única nota estranha aconteceu em terra, no Parque 3 do Aeroporto de Lisboa: esqueci-me de fechar o carro. Quer dizer, ele parecia estar fechado, mas não estava. Ficou assim uma semana, lol. Marquei o parque pela Internet, a preço low-cost. Viajar de carro para a capital e mais tarde de regresso a casa proporcionou outro conforto, apesar do condutor ter feito uma directa. Por muita viagem que faça não consigo dormir nos aviões, sobretudo em trajectos longos. 28 horas sem pregar o olho deixaram-me a modos que «KO»...
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