quinta-feira, 26 de maio de 2011

Silly Season




Abriu o mercado. Quando o mercado abre, os meus conhecimentos de futebol internacional crescem exponencialmente. São mais os vozes que as nozes, é verdade, mas de repente, com a profusão de nomes esquisitos que saem a uma cadência impressionante nos jornais e nos sites, somos levados a empreender uma viagem por campeonatos que não lembram ao diabo. Eu, como sabem, gosto é do Brasil, de ver jogos dos Estaduais e, podendo, do Brasileirão. Esse é o nosso mercado «natural», ainda que nos últimos três anos a Argentina e a Colômbia tenham fornecido muitos jogadores aos grandes.

Em relação a futebolistas referenciados-ou-quase-contratados divirto-me a estudá-los e é com carinho que me despeço deles quando chego à conclusão de que afinal eram só vozes e não nozes. Não imaginem o quanto pode ser duro e persistente este repetido «adeus» a futuros ex-reforços num só dia. São mais que as mães, senhores.
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