terça-feira, 10 de maio de 2011

Pizzi: classe, muita classe



A primeira vez que vi o Pizzi a jogar foi no estrangeiro. Ainda júnior do Braga, foi chamado por Jorge Costa para um jogo particular em Pontevedra, com o clube local. Foram mais integrantes daquela fornada, um dos quais o guarda-redes Ricardo, outro bom valor que está no Marítimo B. Mas Pizzi deixou-me a mim, e aos galegos, encantados pela sua irreverência em campo. Desfez aos bocadinhos o defesa-direito do Pontevedra, bem mais velho do que ele, escapando com fintas e jogos de corpo às ameaças de sarrafada do adversário. Por vezes, os miúdos enganam, julgamos ver um craque onde ele, afinal, não existe. Mas Pizzi tem a fibra dos nascidos em Bragança, o espírito guerreiro dos de Braga e uma classe... mundial. Muita classe.

PS: Já viram como os miúdos «crescem» saudáveis no Paços de Ferreira? É um clube especial, não há dúvida.
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