sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Mudem o Chip(re)

Pior do que empatar com o Chipre, é sofrer quatro golos do Chipre. A invejável eficácia dos cipriotas na área lusa foi proporcional à gritante fragilidade dos processos defensivos do adversário de Portugal. Mas enquanto nós, tendo tudo para marcar 7 ou 8 golos, marcámos 4, eles, em 5 ocasiões, marcaram 4. Ou seja: o costume. Não percebi a persistência de Agostinho Oliveira nos dois trincos. Problemas na comunicação com a torre? Na RTP, os comentadores fartaram-se de invocar o «caso Queirós» para justificar esta estreia em tons negros de Portugal. Típico. Quando é que chegará o dia em que um caso funcione como factor de motivação e não como elemento de desconcentração?
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