terça-feira, 13 de abril de 2010

Ah, Ponte de Lima!



Passei quase toda a manhã a ouvir rock gótico norueguês. Um sinal inquietante, que interpretado à luz do meu padrão comportamental é um alerta para não sair à rua. Atento a este dado, parto dentro de meia hora com destino a Ponte de Lima. Ainda bem que adoro Ponte de Lima, caso contrário os habitantes da «vila mais antiga de Portugal», rota do extinto queijo limiano e capital da auto-estrada-sem portagens-que-o-bom-do-Capelo-sacou-ao-Guterres-em-troca-do-sim-ao-orçamento teria um início de tarde sobressaltado, com muito rock glaciar nos ouvidos e a minha voz de tenor a ecoar nos quatro cantos do concelho - Ou três, na concepção que Jorge Jesus faz de um quadrado. Se não estou em erro, o primeiro estágio de pré-época «a sério» que fiz pela Bola foi em Ponte de Lima. A equipa era o Varzim, na época orientada por Rogério Gonçalves. Não me perguntem há quantos foi - já passaram muitos, ok? Por isso, gosto de Ponte de Lima. Não é o arroz de sarrabulho (que abomino), a paisagem ou o rio que me encantam. São as recordações desse estágio na vila mais bonita de Portugal.
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