terça-feira, 27 de outubro de 2009

Mariano e o Kenpo



Mariano gostará de saber que aqui em casa tem um pequeno fã de sete anos, que lhe acha um piadão. As incríveis parecenças do argentino com o professor de Kenpo do meu filho estão na origem dessa ligação afectiva, estabelecida através de um cromo da colecção oficial da Liga 2008/2009. A semelhança é tanta que quando me falam em Kenpo só me vêm um nome à cabeça - Mariano Gonzalez. Há uma certa lógica nesta aproximação acidental entre futebolista e mestre de uma arte marcial: ambos, por razões distintas, precisam de ter um bom jogo de cintura. No caso de Mariano, é seguro que só um em cada dez portista o grama. No inverso, em dez portistas, nove reconhecem-lhe uma entrega notável ao jogo e uma vontade contagiante. Não chega, no entanto, para dar o golpe de misericórdia nas críticas. A solução não está no Kenpo, mas na capacidade (que Mariano parece estar a adquirir) de se borrifar para aqueles que não gostam dele.
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