quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Amadores...



À meia-noite, depois da reportagem do jogo do FC Porto-Apoel, chego ao carro(espectacularmente estacionado em zona bem iluminada, junto à entrada do jornal) e deparo-me com o vidro triangular do meu carro partido. Ser assaltado é uma chatice. Mas o que mais me aborrece é quando o «serviço» é feito por amadores, que na urgência de sossegar o vício nem se dão ao trabalho de primeiro «estudar» o alvo. Como depressa terão compreendido os meliantes, o carro tem alarme, o qual, presumo, terá funcionado a preceito dado que nem tiveram tempo para abrir a porta traseira. Depois, dentro do veículo não havia nada de útil, a não ser uma cadeira Zippy, que no mercado negro não valerá mais do que dez euros - o suficiente para pagar o «cavalo»? Isso não sei.

Destacaria neste caso de polícia, duas coisas: o «vidro» provisório que este vosso amigo desencantou às duas da matina (na foto), proporcionando aos seus dois filhos uma protecção eficaz contra o frio e a chuva sem perdas de aerodinâmica - sacrificando apenas a parte estética, o que não é grave. Mereço um louvor que já fiz questão de entregar a mim próprio esta manhã. Por outro lado, os amigos do alheio gostarão de saber que tenho seguro de vidros e que a concorrência na área é tanta que já recebi duas chamadas com a promessa de um serviço rápido, eficiente e sem custos directos. Até me sugeriram uma massagem às costas enquanto espero pela substituição do vidro. Acho que vou aceitar.
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