quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Chama mais viva



O afortunado triunfo da Suécia nos últimos minutos do jogo com Malta só não complicou ainda mais as contas de Portugal porque a Selecção Nacional fez em Budapeste aquilo que lhe competia: jogou o suficiente para ganhar. Não jogou necessariamente bem. Nesta fase, importa ser objectivo e cru nas metas a atingir, interessa ser o mais calculista possível e ter níveis de eficácia elevados, algo que não aconteceu, por exemplo, frente à Dinamarca. Só vi o jogo na segunda parte e não me pareceu um espectáculo muito aliciante.

A vitória na Hungria, com golo de Pepe, combinada com o empate da Dinarmarca frente à Albânia, reacende a chama lusa e afasta, por agora, o perigo de uma aliança nórdica. Uma aliança que é real e não uma mera teoria da conspiração. A Dinamarca e a Suécia não têm a marca de rivalidade que há séculos sustenta as relações entre Portugal e Espanha. Já estive nos dois países por diversas ocasiões e sei do que falo. Os «vinkings» estão separados por três pontos, portanto terão que fazer pela vida no próximo dia 10 de Outubro. Tal como nós, quando recebermos a Hungria.
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