sábado, 29 de agosto de 2009

Um «furo» improvável

Estou cansado mas ao mesmo tempo estimulado com o fecho iminente do mercado. É nesta altura crítica que começam a chover notícias. Depois do dia 31 começa o marasmo, ainda há quem salte para janelas abertas, como o Brasil ou a Rússia, mas depois as coisas normalizam e caem numa relativa monotonia. A propósito do mercado, vou contar uma pequena história que aconteceu há uns anos na Bola e que de certa forma desmente a teoria segundo a qual a notícia não vem ter com o jornalista:

- É quase meia-noite e o fecho do jornal está próximo. Toca o telefone e um colega, sozinho na missão de guardar a redacção, atende. Do outro lado ouve-se festa, ruído, pessoas em aparente histeria e uma voz impõe-se, anunciando um reforço para o Benfica. O homem parecia levemente «tocado». Contacto aqui, contacto acolá e confirma-se! Realmente é verdade. O sujeito, alegadamente primo do prometedor atacante, ligou para tudo o que era redacção deste país mas no dia seguinte só a Bola deu a manchete:

Com essa me despeço, esperando que o Germano Almeida não se importe muito de ter contado esta história. É tarde e eu não lhe vou telefonar agora a pedir autorização. Era o que mais faltava, ele que me processe. Vou de férias, poderei eventualmente postar qualquer coisa entretanto, mas o tempo é de descanso.
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