quinta-feira, 16 de abril de 2009

Fim, disse Ronaldo



Terminou a (bela) caminhada do FC Porto na Champions. Mérito do Manchester: uma equipa fabulosa, com jogadores excepcionais, que conseguiu no Porto aquilo que não fora capaz em casa - ser melhor que os dragões. Ser eliminado pelo actual campeão europeu e mundial não retira mérito à campanha dos azuis e brancos na Liga dos Campeões, mas provoca, inevitavelmente, um sentimento de frustração numa equipa que em Manchester construiu bases sólidas para alimentar o sonho de reeditar uma final da milionária competição.

Do jogo, pouco mais há a dizer. O Manchester disse ao que vinha, dominou os primeiros 20 minutos, marcou um golo extraordinário, saído do génio de Cristiano Ronaldo e deu sempre a sensação de que dificilmente claudicaria.

No final da partida, muita gente apontava o dedo à noite mortiça de Hulk. É verdade, não jogou por aí além e devia ter sido ele a sair em vez de Rodriguez. Não se pode é pedir a um miúdo de 22 anos que conquiste este e o outro mundo. Hulk cresceu imenso na Liga portuguesa e há-de atingir um nível elevado no palco europeu. Não será é de um dia para o outro, por muito que se pense que é o melhor do planeta. Não é. Ainda.

PS: Ferguson é rato. Espicaçou Ronaldo e este fê-lo engolir as críticas com um golo monumental. Um pormenor num jogo em que tacticamente o Manchester foi mais forte que o FC Porto.

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