quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Não é justo!



São quase três da manhã na Bélgica e não consigo dormir sossegado sabendo que dois pisos acima do meu um jurado toma decisões sobre um processo envolvendo um gangue de perigosos assaltantes, liderado pelo avô da ex-mulher do Émile Mpenza. Desde sexta-feira passada que o júri procura chegar a um consenso sobre a pena a aplicar aos bandidos. Estão fechados numa ala do hotel, isolados do mundo exterior e rodeados por polícias que zelam pela sua protecção. A mim, faz-me confusão ocuparem quartos para fumadores. É que no meu humilde cubículo sou obrigado a fumar no WC. À má fila, claro. E a isto chamam justiça? Francamente.
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