quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Em directo de Liège



Cheguei há momentos a Liège. Temperatura a rondar os seis/sete graus, céu cinzento, restaurantes fechados a cadeado. É nestas alturas que levantámos os braços em sinal de agradecimento por existirem espalhados pela Europa civilizada os «fast-food». Uma sande de frango, uma Cola Light e um café por 10 euros? Logo à noite vou desforrar-me, ai vou, vou. Viagem tranquila da comitiva do Sp. Braga, pouco mais de duas horas a voar num confortável A-310 da Sata, aterragem perfeita na pista local, pessoal de terra diligente a despachar a bagagem.

Dentro de duas horas, a equipa minhota faz o seu treino de adaptação ao relvado e luz artificial do Estádio Maurice Dufrasne, mais conhecido como o Inferno de Sclessin. Ainda há 300 bilhetes para os portugueses. O resto da capacidade do recinto (27 mil almas) foi preenchido há mais de uma semana pelos adeptos belgas.
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