segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Ora bolas (paradas)!



Um jogo com sete golos é, em qualquer circunstância, um bom tónico para o espectáculo e do desafio na Mata Real há que subtrair esse aspecto positivo. O Benfica, com uma defesa remendada e processos ainda mal assimilados (até a atacar, note-se) sofreu três golos de bola parada. Num deles, Quim voltou a ser atacado pelo vírus "Ricardo" ao largar desastrosamente a bola numa saída em que não sofreu a pressão física de qualquer adversário. No último segundo, salvou o Benfica de um empate humilhante. Escapou, por assim dizer, da cruz mas não da tormenta de um erro comprometedor.

Arbitragem fraquita de Bruno Paixão, que no mínimo devia ter dado ordem de expulsão a Maxi Pereira por entrada dura sobre Leandro Tatu, antes do uruguaio apontar o segundo golo dos encarnados.

Destaque maior para a vitória do Nacional em Guimarães. Manuel Machado soma e segue e merece viver a experiência de partilhar com o Sporting o primeiro lugar por aquilo que já fez no futebol português. O que aconteceu em Braga foi mesmo daqueles azares incontornáveis.

Entretanto, confirma-se que os jogos a meio da semana fizeram mal à maioria das equipas europeias. Alguém sabe porquê?
Enviar um comentário