segunda-feira, 29 de setembro de 2008

O talento vence clássicos



Cheguei do Funchal. Com três horas de sono e a consciência de que dei galo ao Nacional. Quer dizer, é a sensação que fica depois de ver os insulares falharem uma dezena de oportunidades frente a um Estrela da Amadora que fez pela vida e explorou muito bem o contra-ataque. Nélson em grande na baliza, Vidigal a assinar (re)estreia de sonho no palco português, com dois golos.

Na segunda circular, nada de novo. Como sempre, venceu o derby a equipa que em teoria estava mais fragilizada, o Benfica. Gostei dos encarnados na segunda parte, nota-se uma evolução nos processos colectivos, ainda que este Benfica continue a viver muito dos jogadores de classe que contratou esta época, casos de Aimar e Reyes, sem esquecer Yebda, que não sendo um tratado de talento tem sido o jogador mais regular da equipa.

O Sporting cometeu, quanto a mim, um pecado: contentou-se com o empate. Na primeira metade foi o colectivo mais consistente, mas depois do intervalo foi claramente engolido pela maior ambição do adversário. E, quando assim é, nada a dizer sobre o resultado. Foi justo.
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