quinta-feira, 1 de maio de 2008

Tire-se-lhe o chapéu


Pela enésima vez, Aprígio Santos, presidente da Naval, ameaça demitir-se e abandonar para sempre o futebol. Por regra, o dirigente tira o chapéu e lança a ameaça por esta altura do ano. É um pouco como aquelas notícias que temos de levar na «tv» em determinadas épocas festivas: se é Carnaval, sai uma reportagem sobre os perigos das bombinhas nas mãos tenras de jovens inconscientes, se é Natal somos alertados sobre os perigos terríveis dos brinquedos made in China sem certificado e que ardem ao mínimo contacto com a pica de um cigarro. Pessoalmente, gosto de saber, mais ou menos por alturas do Verão, que a maioria dos portugueses vai a banhos para o Algarve. É sempre uma novidade refrescante.

Entretanto, Ulisses Morais, num assomo de lucidez, veio a terreiro sugerir que a retirada de Aprígio Santos não passa de estratégia. O treinador da Naval percebe muito de táctica
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